segunda-feira, 2 de abril de 2012

EXUD

Palavra hebraica originada do sânscrito, por sua vez oriundo do idioma adâmico e que significa POVO BANIDO. Foi usada originalmente pelos Etíopes (originários dos Atlantes)*


* É preciso lembrar que com as grandes migrações atlantes, os etíopes foram para a Africa, levando consigo toda a cultura ancestral da aumpram original. Com sua miscigenação com os povos autóctones africanos e seus cultos tribais,quando os escravos vieram para o Brasil eles trouxeram o culto aos exus adaptados à cultura africana através do candomblé, que em sua essência nada tem a ver com a umbanda. Consulte "Umbanda essa desconhecida" de Roger Feraudy, sobre as origens das escolas Jônicas e Dórica, que corroboram a idéia de povo banido.
(Curso FGC aula 13).


De acordo com o curso, os Agentes Mágicos mais importantes não são seres com reencarnações terrestres. Não se sabe sua origem cósmica.
(Essa imagem por exemplo é representação de um dos mais conhecido, o Senhor Tranca Ruas).

Estou reproduzindo aqui esta explicação, porque é a que mais se aproxima do que eu acredito. Fique a vontade para discordar.
Da discussão nasce a luz, não é?

Existem diferentes camadas vibratórias, cada uma delas produzindo um resultado. Este computador onde escrevo, o caminho do meu texto até o servidor e o computador onde você lê foram conectados por ondas vibratórias.


Pausa para explicar o conceito de Teclado Cósmico da Ordem Rosacruz e a demonstração feita pelo Dr H Spencer Lewis com o Luxatone:
O Órgão (teclado) da Cor (The Master Color Organ) foi um aparelho que convertia frações do espectro sonoro, em frações do espectro de luz em cores.
O microfone era usado para ser a entrada de uma fala ou de uma música, e a tela mostraria as cores de sua intensidade simultaneamente. Foi inicialmente usado para demonstrar o Teclado Cósmico, ensinado pela AMORC, que há oitavas de manifestações e que cada nota musical, tem uma correspondência harmônica com uma cor específica, em oitavas mais elevadas.
O principio do projeto foi simplesmente satisfatório e inovador para sua época. A tela era uma caixa triangular com uma peça de vidro translúcida em sua frente. Dentro dessa caixa em cada um de seus ângulos, havia uma lâmpada, vermelha, em outra azul e verde que ascendiam e seu brilho visível através da tela de vidro. Dentro dele havia um complexo circuito valvulado e de componentes de rádio. Havia um canal ou circuito estabelecido inicialmente. Quando a freqüência de um som era detectada pelo microfone, o circuito media a freqüência e ascendiam as lâmpadas coloridas em combinação, misturando as cores desejadas. As três lâmpadas representavam as três cores primárias com as quais todas as outras cores poderiam ser formadas simplesmente ascendendo as lâmpadas variando sua intensidade, com a fusão de cor aparecendo no centro da tela triangular com as válvulas a vácuo e um transformador
Após o sucesso da demonstração Luxatone este livreto foi publicado e enviado aos membros da Ordem e aos jornais.   N.T.: Estarei traduzindo na íntegra este livreto em breve, M.G Se você estivesse na escola em meados das décadas de 1960 e 1970, deve ter conhecido uma versão moderna do Luxatone vendido pela Radio Shack, que conectava os terminais do auto-falante de seu sistema estéreo, com as luzes que brilhavam no ritmo da música.
Que interessante! E uma demonstração científica muito divertida dos princípios do Teclado Cósmico
Outra coisa, Luxatone construído por H. Spencer Lewis nos leva a surpreendente semelhança com o Interoscitor, um aparelho de comunicação construído por alienígenas na década de 1950 no clássico filme de ficção científica This island Earth (A Guerra dos Planetas, Brasi 1955).

Voltando ao tema:
Cada ser desprovido da barreira limitante do corpo físico, vibra em uma determinada tonalidade, seja de cor ou de som.
Estes seres são o veículo do universo através dos quais podem ser transmitidas todas as vibrações do Cosmo (luz, som, calor, eletricidade, telepatia, ondas hertz, microondas, etc).
Se escutamos o som das palavras é porque a transmissão do som está acontecendo, e quem faz isso são os agentes mágicos.

Não importa o nome que se dê. Fótons, Elétrons, magnetos sei lá mais o que, na verdade é como o conceito de Deus. Um conceito, cada um dá o nome que lhe apraz, o que não muda a essência da Coisa.

Uma pausa para pensar no assunto seria bom, não é?